Ufra abre PSE Transgênero com 47 vagas em cursos de graduação

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 divulgaçãoCampus da Universidade Federal Rural da Amazônia, instituição que oferta 47 vagas no Processo Seletivo Especial para Pessoas Transgênero em 2026. Foto: divulgação

A Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) lançou o edital do Processo Seletivo Especial para Pessoas Transgênero 2026, com a oferta de 47 vagas distribuídas entre cursos e campi da instituição. A iniciativa é voltada a pessoas transexuais e travestis que desejam ingressar no ensino superior por meio de seleção específica.

As inscrições estarão abertas no período de 13 de janeiro a 9 de fevereiro e deverão ser realizadas exclusivamente de forma online, conforme orientações disponíveis no site da Pró-Reitoria de Ensino.

Para participar do processo seletivo, é necessário ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio entre os anos de 2021 e 2025, não ter zerado a redação e possuir nota final superior a 450 pontos. No momento da inscrição, o candidato deverá indicar o curso, o campus de interesse e a edição do Enem que deseja utilizar para concorrer às vagas.

De acordo com a deliberação 493/CEPE/2024, são considerados candidatos transgêneros aqueles cujas identidades de gênero divergem da organização binária cis-heteronormativa predominante na sociedade.

O edital estabelece ainda a obrigatoriedade de apresentação de autodeclaração de pessoa transgênero, além de documentação específica, como RG com nome social, certidão de inteiro teor com averbação de prenome e gênero ou protocolo de solicitação de retificação, conforme o caso.

A cópia do documento original deverá ser entregue à instituição em até seis meses após o ingresso. O resultado final do processo seletivo está previsto para o dia 25 de fevereiro. Informações adicionais e esclarecimento de dúvidas podem ser obtidos junto à Comissão de Processo Seletivo da Ufra, por meio de contato eletrônico institucional.

Carol Menezes

Repórter

Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade da Amazônia (Unama) desde 2007. É natural de Belém (PA) e repórter do jornal Diário do Pará desde 2013. Atua em cobertura nas editorias de Cidades, Política, Economia e Cultura. Desde 2020 também redige a coluna Linha Direta, seguinte ao Repórter Diário, de terça a domingo. Prêmio Fiepa 2016 de Melhor Repórter de Jornalismo Impresso.

Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade da Amazônia (Unama) desde 2007. É natural de Belém (PA) e repórter do jornal Diário do Pará desde 2013. Atua em cobertura nas editorias de Cidades, Política, Economia e Cultura. Desde 2020 também redige a coluna Linha Direta, seguinte ao Repórter Diário, de terça a domingo. Prêmio Fiepa 2016 de Melhor Repórter de Jornalismo Impresso.

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