Nadadora trans tem caso rejeitado e está fora das Olimpíadas de Paris

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Lia Thomas simplesmente não tem o direito de se qualificar para disputar competições da World Aquatics como alguém que não é mais membro da USA Swimming (Federação de Natação dos Estados Unidos), portanto não foi suficientemente afetada pelas regras para ser capaz de desafiá-las.
Decisão da Corte Arbitral do Esporte

Em junho de 2022, a World Aquatics, que dita as regras das competições de elite, definiu uma nova política de gênero. Ficou estabelecido que é permitido que mulheres transgênero competissem em eventos femininos apenas se tivessem feito a transição antes dos 12 anos ou antes das primeiras etapas da puberdade.

A decisão não permite que mulheres que passaram pela puberdade masculina, como é o caso de Thomas, de participar de competições femininas. A atleta, portanto, continua impedida de nadar na categoria.

A World Aquatics está empenhada em promover um ambiente que promova a justiça, o respeito e a igualdade de oportunidades para atletas de todos os gêneros e reafirmamos este compromisso.
World Aquatics, em comunicado

Em 2022, a World Aquatics introduziu a categoria "aberta" para nadadores transgêneros. Porém, os planos de estreia na Copa do Mundo de Berlim, em outubro do ano passado, foram cancelados depois que nenhuma inscrição foi recebida.

O caso Lia Thomas

Em março de 2022, Thomas ganhou notoriedade ao tornar-se a primeira atleta transgênero campeã universitária nos Estados Unidos. A conquista inédita nas 500 jardas livres ficou marcada pela recusa das rivais em posar para a foto no momento do pódio.

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